Em um movimento que chamou atenção nos bastidores da política alagoana, o empresário João Catunda tomou posse como vereador na Câmara Municipal de Maceió na tarde da última segunda-feira (13). No entanto, o que parecia ser o início de um novo ciclo parlamentar rapidamente se transformou em uma passagem relâmpago pelo Legislativo.
Menos de 24 horas após assumir a cadeira, Catunda protocolou um pedido de licença de 121 dias, alegando motivos de ordem pessoal. A decisão imediata surpreendeu e provocou uma nova reconfiguração na composição da Casa. ()
A vaga ocupada por Catunda surgiu após o afastamento do vereador Thiago Prado, que deixou o cargo para assumir a Secretaria Municipal de Segurança Cidadã. Como primeiro suplente, Catunda foi convocado e empossado pelo presidente da Câmara, Chico Filho. ()
Mas a saída rápida abriu espaço para mais uma mudança: com a licença formalizada, o segundo suplente da coligação, Pastor João Luiz, foi convocado para assumir o mandato. A posse dele está marcada para esta terça-feira (14), antes da sessão ordinária. ()
Veterano na política local, João Luiz retorna ao Legislativo com um histórico de seis mandatos como vereador, além de já ter presidido a Câmara e ocupado cadeira na Assembleia Legislativa de Alagoas. ()
Nos bastidores, o episódio reforça o que já é comum na política: o jogo de cadeiras e articulações estratégicas. A rápida licença de Catunda levanta questionamentos e alimenta especulações sobre movimentos maiores no cenário político de 2026.
Enquanto isso, a Câmara segue seu ritmo, mas com mais um capítulo que mistura estratégia, surpresa e cálculo político.
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