O Reino Unido e a França vão liderar uma rodada de negociações envolvendo cerca de 30 países para discutir um plano internacional que permita reabrir o Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta para o comércio de petróleo.
A iniciativa surge em meio à crise provocada pelo conflito com o Irã, que levou ao bloqueio do estreito após ataques e ameaças contra navios comerciais. O local é responsável por cerca de 20% do transporte mundial de petróleo, o que fez disparar tensões econômicas e militares globais.
A proposta é criar uma coalizão multinacional de segurança marítima, capaz de garantir a passagem segura de petroleiros e navios comerciais. Entre os países envolvidos estão aliados ocidentais e nações do Golfo, como:
Outros países também declararam apoio às operações para proteger a navegação na região.
O plano discutido nas negociações inclui duas etapas principais:
A reunião pode ocorrer em cidades britânicas como Londres ou Portsmouth, com o objetivo de definir a estratégia e dividir responsabilidades entre os países participantes.
A paralisação do Estreito de Ormuz já provocou forte impacto:
A reabertura da rota é vista como crucial para estabilizar os mercados globais de energia e evitar uma recessão internacional.