Tragédia na Suíça: passageiro ateia fogo ao próprio corpo dentro de ônibus e deixa 6 mortos

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Uma tragédia chocou a Europa nesta semana após um incêndio devastador em um ônibus na Suíça deixar pelo menos seis mortos e vários feridos. As primeiras investigações apontam que o fogo começou quando um passageiro teria ateado fogo ao próprio corpo dentro do veículo, provocando o incêndio que rapidamente tomou conta do ônibus.

O episódio aconteceu na cidade de Kerzers, no cantão de Friburgo, no oeste do país, durante a noite de terça-feira (10). O veículo, que transportava passageiros em uma linha local, foi rapidamente consumido pelas chamas após o início do fogo.

Como o incêndio começou

Segundo promotores e autoridades locais, o suspeito teria levado material inflamável para dentro do ônibus e, em determinado momento da viagem, teria iniciado o incêndio ao colocar fogo em si mesmo.

A explosão inicial e a rápida propagação das chamas transformaram o veículo em um cenário caótico. Testemunhas relataram que passageiros tentaram fugir desesperadamente enquanto o ônibus era tomado pelo fogo.

Ainda não está claro se o homem apontado como responsável pelo início do incêndio está entre as vítimas fatais.

Mortos e feridos

Até o momento, as autoridades confirmaram:

  • 6 pessoas mortas

  • pelo menos 5 feridos, alguns em estado grave

  • vítimas ainda passando por processo de identificação devido à gravidade das queimaduras

Entre os feridos, há passageiros e ao menos um socorrista que participou do resgate.

Investigação descarta terrorismo

Apesar da gravidade do caso, a polícia suíça afirmou que não há indícios de terrorismo. A principal linha de investigação aponta para um ato deliberado cometido por um indivíduo que estaria em sofrimento psicológico.

As autoridades estão analisando imagens de câmeras, depoimentos de testemunhas e dados do trajeto do ônibus para reconstruir exatamente o que aconteceu antes do incêndio.

Comunidade em choque

A pequena cidade de Kerzers ficou profundamente abalada com o episódio. Moradores improvisaram memoriais no local da tragédia enquanto equipes forenses trabalham na identificação das vítimas.

O caso também reacende o debate na Europa sobre segurança em transportes públicos e episódios de violência envolvendo indivíduos em crise mental.