Quem circula pela região afirma que crimes deste tipo estão mais frequentes.
“Eu sou a prova viva do que acontece diariamente. A gente vê muito idoso sendo empurrado arrancado, [com os criminosos] tirando o celular, umas coisas meio complicadas”, disse a empresária Márcia Marinho.
Um dos flagrantes feitos no Centro mostra um homem de camisa azul e calça preta. Ele pede uma água no balcão de um bar e paga. Depois, observa o movimento e sai. Meia hora depois ele retorna armado com um comparsa, que usa um chapéu branco.
Eles, então, abordam um grupo de amigos na frente do local. Os dois revistam um homem de paletó, que demora a entender o que está acontecendo. Eles tentam puxar o cordão que ele usa, mas o colar não sai.
Então, o homem de camisa azul usa as duas mãos e faz mais força para arrancar o cordão. O comparsa arranca o relógio da vítima.