ALAGOAS REGISTRA NOVO RECORDE HISTÓRICO E REDUZ HOMICÍDIOS EM 63,6%
estado consolida queda da violência e alcança menor índice de assassinatos desde o início da série histórica
Alagoas voltou a registrar um marco histórico na segurança pública. Os números mais recentes apontam uma redução de 63,6% nos homicídios em comparação com os índices registrados em 2012, consolidando uma das maiores quedas da violência letal já registradas no estado.
Os dados divulgados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública mostram que o estado vive uma sequência de resultados positivos, impulsionada por ações integradas de inteligência, fortalecimento das forças policiais e ampliação das operações de combate à criminalidade.
O levantamento revela que Alagoas alcançou o menor número de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) desde o início da série histórica. A redução também se mantém quando comparada aos últimos anos, reforçando a tendência de queda nos indicadores de violência em todas as regiões do estado.
Na capital, Maceió, os números também seguem em retração. O município registrou uma das menores marcas da história recente, refletindo diretamente no resultado estadual. Já em Arapiraca, a redução dos índices reforça o avanço das estratégias de enfrentamento ao crime no interior.
Outro dado que chamou atenção foi o registro de abril, considerado o mês com o menor número de homicídios da série histórica. O período também terminou sem casos de feminicídio em Alagoas, resultado visto pelas autoridades como reflexo do fortalecimento das políticas de proteção às mulheres.
Para especialistas da área de segurança, os indicadores demonstram uma redução sustentada da violência, permitindo que o estado alcance resultados que há pouco mais de uma década pareciam distantes. Em 2012, Alagoas figurava entre os estados mais violentos do país. Hoje, os números apontam para uma realidade diferente, marcada pela queda contínua dos crimes letais.
O resultado reforça a meta do Governo de Alagoas de manter a redução dos homicídios ao longo de 2026 e ampliar as ações preventivas, com foco na inteligência policial, no monitoramento das áreas mais sensíveis e na integração das forças de segurança.