Na quinta-feira, a comissão de delegados ouviu o depoimento de outros quatro policiais que estavam nas viaturas durante a ação em Arapiraca. Com os depoimentos desta sexta e os já colhidos de familiares e testemunhas, a Polícia Civil encerra as investigações.
Todo o material será encaminhado para a Polícia Científica, que irá agendar a reprodução simulada do caso ordenada para acontecer pela Justiça.
Marcelo foi atingido nas costas por um tiro de fuzil durante a perseguição, que aconteceu no dia 14 de novembro. Na versão da polícia, o empresário dirigia em alta velocidade pela AL-220, se negou a parar o carro e sacou uma arma para atirar contra a viatura, por isso eles atiraram em legítima defesa.
A versão, no entanto, é contestada pela família de Marcelo, que garante que a arma encontrada no veículo do empresário foi implantada pelos PMs. Segundo a Polícia Civil, os depoimentos de pessoas que testemunharam a abordagem contradizem o depoimento dos policiais militares.
Após ser atingido por um disparo de fuzil, Marcelo Barbosa ficou dias internado em um hospital em Arapiraca . Depois, ele foi transferido, em estado grave, para um hospital em São Paulo, onde faleceu na segunda-feira (5).